quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Sentimentos do meu DONO.



VOCÊ SABE O QUE SINTO? QUANDO...
TE BATO NA CARA?
TE PEGO PELOS CABELOS E SAIO PUXANDO, FAZENDO VOCE CAMINHAR GATINHANDO, FEITO UMA CADELA?
QUANDO SAIO TE PUXANDO PELA GUIA?
QUANDO, TE AMARRO DE COSTAS, E CHICOTEIO SUAS COSTAS E FICO OUVINDO SEU CHORO BAIXO?
QUANDO FAÇO A INTIMIDADE ENTRE VOCE E A FAMOSA CANE?
QUANDO TE AMARRO, POR CIMA DA MESA OU MESMO DE UMA SELA DE CAVALO E TE POSSUO POR TRAZ? COM FORÇA?
QUANDO ABRO BEM SUAS PERNAS E COLOCO MEU PUNHO DENTRO DA SUA BUCETA?
QUANDO OLHO PARA SEUS OLHOS E OS VEJO, BRILHANDO?
QUANDO BEIJO TUA BOCA E TEU SEXO?

QUANDO TE APERTO, ENTRE MEUS BRAÇOS?
QUANDO TE COLOCO SOB OS MEUS JOELHOS, E BATO NA SUA BUNDA COM AS MÃOS?
É CLARO QUE VC SABE...
EU SINTO PRAZER, SINTO ORGULHO EM USA-LA E AMA-LA...


BJS ARDENTES.

Homenagem do meu DONO.



ARETUSA...ARETUSA...ARETUSA..

Aquela que faz de simples dias,
Dias especiais iluminando a mais profunda escuridão!
São a razão da beleza.
Do encanto e da magia.
São a presença da ternura
Com jeito de atrevida ou com rosto de anjo...
São estrelas aos olhos de Deus...
Repletas de Sabedoria e compreensão.
Hipnotizam a todos em sua volta.
Os seus sorrisos são armas que acertam alvos chamados Corações...
Que facilmente se tornam donas deles.
Porque são estrelas abençoadas.
Estrelas chamada mulher...
Uma estrela chamada, apenas Aretusa...a cadela de MESTRE DOM LÊE.

CRÉDITOS DE MESTRE DOM LÊE - MEU DONO

sábado, 21 de agosto de 2010

MEU PRIMEIRO DIA DE COLEIRA EM PÚBLICO



Bem, há 3 meses passei a pertencer ao MESTRE DOM LEE, e seguindo suas regras, recebi minha coleira de passeio.
Todo mundo está ligado a alguém, nascemos ligados a nossa mãe e por toda a vida nos conectamos emocionalmente a alguém. Quando casamos usamos alianças porque?, bom porque nós sentimos necessidade de mostrar que pertencemos e possuímos alguém que nos ama.
Em um relacionamento bdsm é a mesma coisa, mas como a entrega e a possessão de alguém que nos ama é mais intensa. A demostração também tem que ter uma intensidade maior.
Bom, vou contar agora como foi meu primeiro passeio público na coleira.
Recebi minha coleira quando estava no trabalho. Minhas amigas do setor acharam estranho, pois cheguei sem nada no pescoço e de repente, estava com aquele adorno estranho (pra elas).
Como ontem foi dia de sair dançar, cheguei em casa, tomei uma ducha coloquei um vestido e como adereço, a coleira (é claro)que meu Dono ordenou que usasse dioturnamente. Como não tenho vergonha do que sou (cadela de DOM LEE), e muito orgulhosa de ter recebido minha coleira, decidi que iria de cabeça erguida.
Por incrível que pareça eu esperava que seria muito mais difícil do que foi realmente. Quando cheguei no clube, procurei minha mesa, chamei o garçon (pode nao parecer, mas sou tímida), e dava a impressão que todas as pessoas estavam olhando para mim. Cada cavalheiro que vinha me tirar para dançar, olhavam minha coleira, mas no final o que contou realmente foi que eu tinha avançado mais uma barreira, e tenho deixado meu dom orgulhoso, pois quando você olha nos olhos de seu mestre (quando ele deixa é claro) e vê que ele está realmente feliz com você, não há sentimento melhor.

sábado, 14 de agosto de 2010

Hj foi dia de servir meu querido MESTRE DOM LEE. ELE estava bravo hj. Cheguei atrasada ao encontro (não por minha culpa) e sua punição foi dura. Ao entrar no motel, ele já foi logo esbofeteando minha cara pra nunca mais fazer aquilo. Pegou-me pelos cabelos me fez engatinhar pelo quarto todo. Sentou na cama, me deitou de costas no colo dele (ow colinho gostoso)e fez um spanking na minha bunda, deixando-a toda vermelha.
Naquele momento senti mais sua, senti meu corpo ser mais dele, nossa cumplicidade aumentar.
Deitou-se de bruços na cama e eu o beijei todinho.
Ele diz que eu sou sua puta, sua vadia, sua vagabunda, então eu sou isso.

Ai veio a surpresa: O FIGGING

Figging é uma prática sexual que envolve a inserção de gengibre na vagina, provocando uma sensação de "fogo" - um prazer indescritível.

Enquanto inseria o gengibre na minha buceta, esfregava o sumo no meu clitoris. Ardência deliciosa. Depois a ardência passa e a sensação que fica é de "fogo" sexual e o desejo aumenta. Implorei para que ele me fodesse toda, retirou o gengibre e me fodeu como um DONO fode sua cadelinha.

sábado, 24 de julho de 2010


Sempre tive uma vida sexual absolutamente normal e satisfatória com meu ex-marido, bem, pensava assim até conhecer meu DONO.
Embora eu seja uma mulher madura, confesso que me assustei ao descobrir que existem muito mais pessoas adeptas ao SM do que eu imaginava.
Fiquei deslumbrada e eufórica.
Passei a ler muito sobre SM na internet, aproveitando quando ficava sozinha em casa, quando minha filha saía.
Minha excitação e deslumbramento cresciam cada dia mais.
Até que fui conhecer meu DONO e Ele significou para mim como um abrir de portas para viver um pouco de tudo que eu lia, via e desejava em minhas fantasias. Porém nem tudo são flores, não é fácil falar de todos os sentimentos que envolvem essas vivências. Não é fácil encarar o ciúme, sentir-se preterida por conta de outra escrava mais nova, mais bonita, dividir a atenção do Mestre. Por isso tenho aprendido muito e vejo que não basta querer ser escrava, é preciso ter muita resignação, perseverança e vontade de aprender sempre.
Viver essa mistura de fantasia e realidade, sob o Domínio de meu DONO é essencial. E digo isto porque ninguém nunca teve posse da minha intimidade de forma tão intensa como meu DONO. Nem com meus 22 anos de casada, tive com meu ex-marido tanta cumplicidade e nunca meu gozo foi tão intenso.
Meu DONO, SR LEE, já deixou sua marca para sempre em minha alma.
Hoje nossa sessão foi divina.
Ainda sinto seu semen dentro de mim, vou dormir com seu cheiro e fantasiar que estou dormindo com meu DONO.

Humilhação




A humilhação tem um sabor de entrega... para muita gente parece uma forma de desmerecer alguém, de desvalorizar, de tornar o outro menos humano, menos importante que os demais... porém, no SM esta prática se mostra incrivelmente o oposto...
Saber se humilhar, ter prazer em se humilhar nos faz as criaturas mais preciosas do SM, o dominador percebe que sua escrava se entrega totalmente a ele, sem nenhum orgulho, sem nenhuma restrição, sem nenhuma máscara, só assim ela se torna mais humana, mais digna de sua dedicação, de sua atenção... se torna importante, especial por é capaz de se submeter a todas as suas fantasias com a felicidade e a plenitude que só uma escrava é capaz de alcançar, com a leveza, a liberdade tão impossíveis a tantas outras mulheres... com um sorriso único, enigmático, pois sorri muitas vezes entre lágrimas, e ali aos pés do Dono, humilhada, exclusivamente por ele, se sente plenamente escrava e mulher.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

O poder do chicote


Para quem aprecia as artes BDSM, o chicote é um poderoso afrodisíaco...
O poder que ele representa.
O correr no ar.
O estalar no chão ou na pele ardente.
A fúria. O medo. O prazer.
O dançar sob o açoite.
As marcas vermelhas.
A sensação plena de se olhar no espelho e ver o corpo em chamas.
Vermelho. Roxo.
Todo marcado. Fruto de uma saraivada de couro que te "cortou" por inteira.
Outrora uma tela em branco, agora um quadro com "rasgos" da disciplina que lhe foi imposta por ter se recusado a ser o que é...
Simplesmente uma escrava.
Um mero objeto.
Dor e prazer num só ato.

Mas não basta dizer que domina. Não basta segurá-lo com toda a força ou açoitar até não agüentar mais. O poder que o chicote encerra não está nele, mas na mão que o segura, que é apenas uma canalizadora da força que te submete, que te verga, que te deixa no chão nua e crua.
Só assim é de verdade e não uma mera encenação. Tirar uma bela foto ao lado de um é relativamente fácil, mas para saber usá-lo é preciso mais do que um treinamento de "tiro ao alvo". No fim, o chicote é apenas o instrumento dessa força afrodisíaca... E deliciosamente excitante!